Racismo na Ciência e nos Museus: quem conta a história da humanidade?

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Descrição

Traga para sua sala uma atividade transformadora, crítica e profundamente atual!


Este recurso propõe uma aula completa baseada em Aprendizagem Baseada em Problemas (PBL), explorando como a ciência, os museus e a produção de conhecimento participaram da construção de narrativas racistas, coloniais e desigualdades históricas que ainda ecoam na sociedade.

A pergunta norteadora do trabalho — “Quem conta a história da humanidade?” — provoca os estudantes a analisarem casos reais de espoliação cultural, patrimônio tomado de povos africanos e colonizados, disputas contemporâneas por repatriação e a relação entre museus, ciência e poder. A aula desperta consciência crítica e posicionamento ético, sem perder o cuidado e a sensibilidade que o tema exige.


O que você recebe neste material:

✔ Roteiro completo do professor

Com abertura provocativa, perguntas disparadoras, condução da aula de 50 minutos, mediação entre grupos, explicação sobre racismo científico, fechamento reflexivo e atividade final. Tudo organizado para aplicar com segurança, fluidez e intencionalidade pedagógica.

✔ 3 fichas investigativas baseadas em casos reais

Cada ficha traz:

  • Resumo do caso

  • Trechos selecionados

  • Contexto histórico

  • Palavras-chave

  • Perguntas-guia para análise e discussão

Os três casos abordam temas como:

  • Devolução de tesouros africanos levados durante a colonização

  • A polêmica dos Bronzes de Benin em museus europeus

  • O debate internacional sobre repatriação de artefatos coloniais

✔ Estrutura para debate e socialização

A atividade inclui orientação para apresentações rápidas dos grupos, comparação entre os casos e uma síntese coletiva que conecta ciência, museus, colonialismo e racismo científico.

✔ Mini explicação sobre racismo científico

Texto claro e didático para contextualizar teorias pseudocientíficas que hierarquizaram seres humanos e moldaram museus, universidades, coleções e práticas de pesquisa.

✔ Produto final dos estudantes: “Carta de Princípios de um Museu Antirracista”

Um modelo completo para que cada grupo produza uma carta com princípios sobre:

  • Memória e verdade

  • Reparação e devolução

  • Representatividade e participação

  • Acesso, educação e inclusão

  • Ética, responsabilidade e futuro

Essa etapa sintetiza a aprendizagem e gera um material final significativo, crítico e de alto valor pedagógico.


Por que essa atividade é essencial?

Trabalha racismo científico com rigor, responsabilidade e profundidade.
Ajuda o aluno a compreender que ciência não é neutra — é construída em contextos históricos.
Gera discussões riquíssimas sobre patrimônio, poder, colonialismo e justiça histórica.
Promove protagonismo estudantil, análise crítica e argumentação.
Possui estrutura completa que facilita a aplicação em qualquer escola.
Transforma uma aula de 50 minutos em uma experiência reflexiva e inesquecível.


Habilidades e competências trabalhadas

  • Pensamento crítico

  • Ética e responsabilidade social

  • Análise histórica e científica

  • Interpretação de textos

  • Empatia cultural e visão decolonial

  • Produção escrita colaborativa

  • Argumentação e debate


Indicado para

Professores do Ensino Médio e do Fundamental II, nas áreas de Ciências, Biologia, História, Sociologia, Projeto de Vida ou aulas interdisciplinares.


Formato

Arquivo digital, pronto para imprimir, aplicar e discutir com profundidade.
Recurso autoral da Ciência Interativa.

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